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    <title>IEP - Instituto de Engenharia do Paraná</title>
    <link>http://www.iep.org.br/</link>
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      <title>IEP - Instituto de Engenharia do Paraná</title>
      <link>http://www.iep.org.br/</link>
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 <title>Aquecimento pode obrigar cidades a repor areia das praias, diz cientista</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1133</link>
<description><![CDATA[As cidades litorâneas do Brasil precisam se preparar para comprar areia. Muita areia. Segundo o pesquisador Dieter Muehe, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a elevação do nível dos mares pelo aquecimento global pode obrigar os municípios a reporem as praias “engolidas” pelo oceano.<br />
<br />
De acordo com Muehe, esse tipo de intervenção – comum em locais em que o mar causa muita erosão – pode se tornar cada vez mais necessária nas praias urbanas, pois nelas a areia não pode recuar em direção ao continente com a subida do nível do mar, já que na maior parte dos casos há muros ou ruas na beira da água.<br />
<br />
O pesquisador, autor do estudo “Erosão e Progradação do Litoral Brasileiro”, publicado pelo Ministério do Meio Ambiente em 2007, é considerado um dos maiores especialistas brasileiros no estudo do litoral.<br />
<br />
Edifícios – Segundo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), da ONU, a elevação da temperatura do planeta pode causar um aumento entre 18 e 59 cm no nível do mar até 2100. A previsão, apesar já ser preocupante, é considerada modesta por muitos especialistas.<br />
<br />
Além de garantir de volta a área usada pelos banhistas, preencher novamente as praias poderia proteger as construções litorâneas, segundo o pesquisador da UFRJ. “Se não for feito o aterramento, os muros que cercam as praias vão junto com a erosão e o mar vai começar a atingir os prédios”, explicou o especialista durante a reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que ocorre nesta semana em natal.<br />
<br />
Boa qualidade – Devolver a areia às praias, contudo, não será tarefa simples. “É necessário avaliar de onde tirar areia, já que a que vai ser colocada tem que ser parecida com a original”, avisa Muehe. A matéria-prima usada na construção, por exemplo, seria muito grossa, além de cara.<br />
<br />
Uma possível fonte de areia de boa qualidade é a que fica próxima às praias, no fundo do mar, explica o pesquisador. “Uma área em que a areia pode ser retirada é a plataforma continental, mas não pode ser em profundidades maiores do que 10 metros, pois ficaria muito próximo à costa, e também não pode ficar muito longe, pois aí a areia começa a juntar com lama, com carbonato.”<br />
<br />
Outro problema, explica o especialista, é que a obra teria que ser refeita de tempos em tempos, já que as ondas tenderão a levar a areia de volta para o mar.<br />
<br />
Ventos – Muehe conta que não é apenas o aumento do nível do mar que pode interferir no desaparecimento de algumas praias. Com o aquecimento global, pode haver mudança de direção dos ventos, quebrando o equilíbrio natural de transporte de sedimentos no mar.<br />
<br />
Outro fator que pode diminuir a areia nas praias é a construção de barragens nos rios, já que elas impedem as grandes enchentes, responsáveis por levar terra para o mar.<br />
<br />
Em situações específicas, de acordo com Muehe, a elevação dos oceanos pode causar o aumento da faixa de areia. É o que pode acontecer se as ondas atingirem falésias – penhascos à beira mar, mais comuns no Nordeste Brasileiro. Nesse caso, a erosão poderá desgastar as rochas e aumentar a disponibilidade de areia. Isso só ocorreria, contudo, em locais onde não houvesse barreiras artificiais em volta da praia.<br />
<br />
Fonte: G1]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1133</comments>
 <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:58:27 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Governo desonera operação do trem-bala para forçar queda de tarifa</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1132</link>
<description><![CDATA[O governo não vai cobrar PIS/Pasep e Cofins da empresa que operar o trem-bala (TAV) em 2015. Com isso, quer obrigar a concessionária a baixar o preço do bilhete ao passageiro. É a primeira medida de incentivo federal para o trem-bala.<br />
<br />
Segundo medida provisória, publicada nesta quarta-feira pelo "Diário Oficial da União", a redução de custo tem que constar nas licitações para definir qual empresa operará o TAV. É uma tentativa de baratear a passagem, independentemente da concessionária vencedora.<br />
<br />
A MP deve liberar R$ 22 milhões para a concessionária, cuja receita bruta é estimada em R$ 605,4 milhões.<br />
<br />
O incentivo tributário não tem prazo para acabar. Segundo a Receita Federal, enquanto a empresa operar o trem-bala, pagará alíquota zero de PIS e Cofins.<br />
<br />
A alíquota atual para transporte ferroviário é de 0,65% de PIS e 3% para Cofins.<br />
<br />
Os Estados já zeraram a alíquota de ICMS (imposto sobre Circulação de mercadoria e prestação de serviços) para a operação do trem-bala.<br />
<br />
Fonte: Folha de São Paulo]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1132</comments>
 <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:57:37 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>NBR 15575: norma para conforto térmico e acústico tem novo prazo</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1131</link>
<description><![CDATA[Publicada há pouco mais de dois anos e programada para entrar em vigor em novembro próximo, a NBR 15575, norma instituída pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, foi criada para melhorar o desempenho da construção civil. Entretanto, diante das dúvidas e dos reflexos que pode vir a causar na cadeia produtiva do setor, a norma precisa de mais tempo para entrar em vigor – em princípio maio de 2011.<br />
<br />
A NBR 15575, ao tratar de desempenho da construção, se refere a conforto térmico (material utilizado), luminosidade (posição do terreno, tamanho das janelas), ventilação, acústica (o que inclui portas com novos padrões) e reaproveitamento da água, entre outros itens, a serem considerados em edificações de até cinco pavimentos.<br />
<br />
Para esclarecer dúvidas, um plano de ação que mobilize a indústria para a adaptação às exigências da norma está sendo elaborado por um grupo que tem à frente a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (Cbic). O trabalho deve ficar pronto até a primeira quinzena de setembro e “refletirá as dificuldades e as sugestões apresentadas pelos segmentos da construção civil”, informou Geórgia Grace, assessora técnica da Cbic. A afirmação foi feita após a realização, em São Paulo, de um workshop com a participação da Caixa Econômica Federal, do Sindicato Paulista da Construção Civil, representantes dos ministérios das Cidades e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, além de universidades, entidades, laboratórios e consultores.<br />
<br />
Reação - Os reflexos da NBR 15575 preocupam diversos segmentos envolvidos na construção civil. Para identificar os conflitos gerados pela norma em relação às já existentes e esclarecer dúvidas de construtoras, companhias de seguro, governo, iniciativa privada e do próprio consumidor; Cbic e Caixa Econômica Federal têm promovido seminários. Um deles, realizado na primeira quinzena de julho, foi transmitido via internet.<br />
<br />
A nova norma veio complementar outras como a NBR 10151 (Acústica - Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas, Visando o Conforto da Comunidade – Procedimento) e a NBR 10152 (Níveis de Ruído para Conforto Acústico), que define o desempenho mínimo obrigatório para alguns sistemas das edificações ao longo de uma vida útil mínima obrigatória, entre outros fatores.<br />
<br />
Critérios para requisitos gerais e de sistemas estruturais, sistemas de pisos internos, de vedações, coberturas, e hidrossanitários estão entre as exigências da NBR 15575, cuja aprovação causou reação entre os profissionais da cadeia produtiva do setor.<br />
<br />
Apesar da reação, Luiz Guilherme Zigmantas, engenheiro civil, da CEF, e membro do Comitê Técnico do Sistema Nacional de Avaliações no âmbito do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), acredita que a aprovação da norma não foi precipitada.<br />
<br />
“É apenas um assunto que vai causar modificações e prevê um período de adaptação. É como se fosse uma implantação progressiva. Existem casos em que é preciso passar por vários estágios, faz parte do processo”, afirma. “A fase de debate era para ter acontecido em 2008, mas atrasou. A mobilização do setor demorou e quando a norma foi aprovada houve susto”, explicou.<br />
<br />
O engenheiro reconhece que existe expectativa de prorrogação de mais seis meses, além de maio de 2011, mas Zigmantas alerta que o problema é mais de esclarecimentos do que de mudança. “Para a acústica de portas, por exemplo, é preciso fazer um ensaio para saber como fazer”, comenta. Para ele, apesar da polêmica gerada em torno do assunto, “as vantagens da NBR 15575 justificam os esforços empenhados para segui-la”. Para ele, o benefício maior está no estabelecimento de regras claras em assuntos que estavam com dificuldade de entendimento. “A NBR 15575 veio facilitar a leitura de normas já existentes e instituir critérios onde não havia”, afirmou.<br />
<br />
Sobre a possibilidade de aumento de custos e atrasos em obras de programas federais como o Minha Casa Minha Vida, Zigmantas alega que a norma não deve causar problemas e que, se houver aumento, será em torno de 0,2%. “Já temos uma massa significativa de construtoras que afirmam atender a norma. São poucos os setores que precisam de prazo”, ressalta.<br />
<br />
Fonte: Confea]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1131</comments>
 <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:54:46 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Paranaguá voltará a receber Imposto Sobre Serviço do porto</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1130</link>
<description><![CDATA[<i>O repasse deixou de ser feito em janeiro de 2005, quando a administração portuária entrou na Justiça questionando os índices utilizados pelo município para calcular o imposto devido</i><br />
<br />
Um protocolo de intenções assinado ontem à noite pretende garantir que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) volte a pagar o Imposto Sobre Serviço (ISS) para a prefeitura de Paranaguá. O repasse deixou de ser feito em janeiro de 2005, quando a administração portuária entrou na Justiça questionando os índices utilizados pelo município para calcular o imposto devido. Na época, a arrecadação mensal da cidade com os serviços portuários variava entre R$ 200 mil e R$ 300 mil.<br />
<br />
De acordo com o prefeito José Baka Filho, em cinco anos a dívida da Appa teria acumulado em torno de R$ 20 milhões. Segundo ele, a intenção é reeditar o projeto de lei do Programa de Recuperação Fiscal para oferecer desconto nas multas e juros, no caso do pagamento à vista, e estabelecer condições para o parcelamento, caso a Appa opte por essa forma de recolhimento da divida. O prefeito lembra que a arrecadação do ISS representa 10% da receita de Paranaguá. <br />
<br />
<b>Antonina</b><br />
<br />
O superintendente da Appa, Mario Lobo Filho, informou que os últimos detalhes do acordo fiscal serão definidos dentro de um grupo de trabalho, mas afirmou que até o dia 15 de agosto pretende fazer o primeiro pagamento à prefeitura referente ao que foi arrecadado no mês de julho. “Agora precisamos rever o pagamento do imposto para Antonina também. As cidades têm o direito de receber”, disse.<br />
<br />
O protocolo de intenções assinado pelo governador Orlando Pessuti, Lobo Filho e Baka prevê ainda ajustes de questões urbanas como licenças municipais, limites entre terminal portuário e cidade e a relocação dos moradores da Vila Becker, área de ocupação ao lado do Terminal Público de Álcool. Para o superintendente da Appa, a assinatura do protocolo representa o fim de um longo confronto entre a administração portuária e o município. “O que precisamos garantir a partir de agora é a preservação do diálogo”, completou o prefeito.<br />
<br />
Fonte: Gazeta do Povo]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1130</comments>
 <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:41:07 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Usina Hidrelétrica de Santo Antônio deve começar a operar um ano antes do previsto</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1129</link>
<description><![CDATA[Usina Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira (RO), poderá começar a geração de energia em dezembro de 2011, um ano antes do que estava previsto. A antecipação do cronograma foi aprovada na terça-feira (27) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).<br />
<br />
A concessionária Santo Antônio Energia, responsável pela construção da usina, já tinha pedido para a Aneel a antecipação do começo da operação comercial para maio de 2012.<br />
<br />
O relator do processo, Julião Silveira Coelho, avaliou que a antecipação da entrada em operação da hidrelétrica vai trazer benefícios para o Sistema Interligado Nacional, inclusive com a redução de geração térmica na região. <br />
<br />
Fonte: Agência Brasil]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1129</comments>
 <pubDate>Thu, 29 Jul 2010 11:32:35 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Confea lança manifesto sobre PLDO 2011</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1128</link>
<description><![CDATA[O Congresso Nacional aprovou, no último dia 8 de julho, o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2011 (PLDO 2011). Agora, o texto aguarda a sanção presidencial. Um dos itens do PLDO prevê a flexibilização do processo licitatório para as obras da Copa de 2014 e o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) vê com certa preocupação esse procedimento, lançando, hoje, Manifesto a respeito do tema.<br />
<br />
"Por que diferenciar essa situação para a Copa de 2014 ou para as Olimpíadas de 2016? O país deve honrar os compromissos internacionais e ter competência para mostrar sua capacidade - das nossas empresas e do nosso governo - de realizar bem a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Mas a pergunta que vem é: será que nós não teríamos também outros empreendimentos prioritários do ponto de vista do desenvolvimento brasileiro que não deveriam, no mínimo, estar sendo analisados junto com esse conjunto", questiona o presidente do Confea, Marcos Túlio de Melo.<br />
<br />
Para ele, que defende, também, a retomada do planejamento de médio e longo prazo, essa flexibilização pode vir, inclusive, a comprometer a lisura e a ética dos processos simplificados de licitação. "Então, essas são questões que preocupam o sistema profissional e que queremos discutir", afirma.<br />
<br />
<b>Manifesto<br />
<br />
Fragilizar a legislação não é a solução</b><br />
<br />
Os mecanismos de acompanhamento dos gastos públicos, a transparência, o combate a práticas de corrupção e o controle social são elementos essenciais à democracia e ao desenvolvimento. O Brasil nos últimos anos conquistou espaço político no cenário mundial, passando a participar de debates e a interferir em políticas das quais antes era excluído. Conquistamos a respeitabilidade e, junto a ela, o olhar mundial, que será ainda maior nos próximos anos, em virtude não só do nosso crescimento, mas dos grandes eventos que conquistamos: a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Não podemos errar.<br />
 <br />
A necessidade de planejar é urgente, para que consigamos contratar projetos e obras ambiental e socialmente sustentáveis, além de economicamente viáveis, com soluções adequadas ao nosso país, observando não só os critérios técnicos para intervenção nos estádios, mas as questões atuais e futuras de mobilidade urbana e de acessibilidade. A Copa de 2014, primeiro grande evento, necessita de uma infraestrutura complexa, com sistema de transporte, sistema viário, rodovias, hotéis, portos, aeroportos, etc.<br />
 <br />
A precariedade de planejamento por parte dos agentes envolvidos - Comitê Organizador Brasileiro (COB), Confederação Brasileira de Futebol (CBF), governos Federal, estaduais e municipais não só poderá acarretar o não cumprimento dos prazos estabelecidos, mas uma elevação dos custos dos empreendimentos. Somente para os 14 aeroportos relacionados com as 12 cidades-sede, segundo a Infraero, serão R$ 6,48 bilhões, sendo 61% dos investimentos feitos pela Infraero e 39% pelo governo federal. No total estão previstos cerca de R$ 80 bilhões em obras de infraestrutura.<br />
 <br />
Estamos apreensivos com a aprovação pelo Congresso Nacional do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2011, que ISENTA as obras da Copa 2014 e das Olimpíadas de 2016 das exigências da Lei de Licitações (Lei 8.666/1993). Se no entendimento dos nossos legisladores a flexibilização da legislação é mais apropriada que o planejamento, então cabe à sociedade civil organizada lançar alguns questionamentos: A quem caberá o papel de acompanhar, cobrar, fiscalizar e zelar pela lisura na contratação e execução desses serviços? Como esses projetos serão contratados? Como essas obras serão licitadas? É conveniente importar projetos de arenas não utilizados em outros países? É apropriada a flexibilização da legislação para dar celeridade à execução desses empreendimentos? Vide o caso recente de Natal, no Rio Grande do Norte, em que o próprio governador cancelou a contratação dos projetos da Arena das Dunas, com orçamento previsto de R$ 27,5 milhões.<br />
 <br />
Diante desse cenário, nos questionamos sobre a ética das prioridades. Qual ação é mais prioritária: flexibilizar a legislação ou planejar adequadamente? Coibir ainda mais duramente a prática de atos ilícitos, aperfeiçoando os processos de contratação ou contratar abrindo mão da legislação vigente? Elaborarmos os nossos projetos ou importarmos projetos e soluções prontas utilizadas ou rejeitadas em outros países que já sediaram os mundiais? Esta flexibilização atingirá também outras obras talvez mais prioritárias para o desenvolvimento brasileiro?<br />
 <br />
Estamos num momento de revisão da Lei de Licitações (8.666/93), que no nosso entender deve ser ainda mais criteriosa, com a exigência de projetos executivos e orçamentos com Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). Abrir mão de critérios legais para criar excepcionalidades gera instabilidade jurídica e abre espaço para sobrepreços e superfaturamentos, além de execução de obras e empreendimentos que poderão ter questionadas as suas prioridades para o país. Alertamos que o cumprimento das Leis 5.194/66 e 10.257/01 (Estatuto das Cidades) também é necessário para dar mais lisura aos processos de contratação e gestão dos recursos públicos, garantindo a adequação dos espaços urbanos de forma adequada.<br />
<br />
O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) vem a público alertar a sociedade, os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para os riscos da flexibilização na LDO e conclamar todos para um controle rigoroso sobre os bilhões de reais que serão destinados aos empreendimentos, com a revogação dos dispositivos aprovados. Convidamos todas as entidades da sociedade civil a levantarem conosco  esta bandeira por mais transparência no trato da coisa pública, sob pena de criarmos no país um grave precedente que leve ao aprofundamento das práticas de corrupção.<br />
 <br />
Encontrar saídas que possibilitem ao país cumprir os compromissos assumidos para a realização da Copa e das Olimpíadas é legitimo, mas nunca em detrimento da ética e da transparência sobre o uso dos recursos públicos.<br />
<br />
Aguardamos o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.<br />
 <br />
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA<br />
]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1128</comments>
 <pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:48:07 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Restam poucas vagas no novo grupo do Consórcio do IEP</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=947</link>
<description><![CDATA[Adquira agora sua cota no novo grupo do Consórcio do IEP, iniciado em junho. São cem participantes, dois carros por mês, sendo 1 sorteio e 1 lance, prestações de R$660,36 em apenas 50 meses. Total do valor da carta R$30.858,00.<br />
<br />
Restam poucas vagas, garanta já a sua. Interessados devem preencher a formulário cadastral no <a href="http://www.iep.org.br/index.php?catid=8&amp;blogid=1">link do Consórcio</a>.<br />
<br />
]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=947</comments>
 <pubDate>Wed, 28 Jul 2010 17:00:00 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Projeto de recuperação da Baía de Guaratuba ganha apoio</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1127</link>
<description><![CDATA[Os estudos do Banco de Ideias do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) para revitalização da Baía de Guaratuba ganha o apoio de organizações preocupadas com o desenvolvimento do Estado. Nesta terça-feira, 27 de julho, foi realizada reunião para apresentação do projeto, com a participação do professor da UFPR, engenheiro Tobias Bleninger, da Pesquisadora do Departamento de Recursos Ambientais do Lactec, Rosana de F. Gilbertoni, a arquiteta e urbanista da SEDU, Adriane N. Ferreira e o arquiteto da Prefeitura de Guaratuba, Rafael Gusso Wagner. <br />
<br />
O projeto elaborado pelos engenheiros objetiva a recuperação da área afetada pela catástrofe ocorrida na década de 60, que deixou até hoje consequências negativas para a cidade como a desfiguração da paisagem da baía, causando prejuízo social, ecológico, econômico e turístico para Guaratuba. A revitalização da área consiste em um estaqueamento com estacas prancha de 9 metros numa extensão de 330 metros de comprimento, recuperando a principal avenida da cidade e garantindo novo espaço para a estruturação turística da cidade.<br />
<br />
Para o professor Bleninger o projeto modificará a linha costeira, interferindo na circulação costeira e assim também o transporte de sedimentos nesta região, assim como causar impactos ambientais ou sócio econômicos. “A UFPR poderia oferecer estudos de monitoramento e modelagem para estudar e analisar a circulação costeira e o transporte de sedimentos na situação atual e durante e depois da obra. Isto ajudará no desenho das construções, no planejamento das obras e na avaliação de impactos”, afirmou. ]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1127</comments>
 <pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:21:43 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Inscrições para concurso de monografia da CBTU são prorrogadas</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1112</link>
<description><![CDATA[<i>Competição é aberta a profissionais com nível superior e de estudantes. Vencedor ganha R$ 10 mil</i><br />
<br />
A CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) prorrogou o prazo de inscrições da 6ª edição do Concurso de Monografia - A Cidade nos Trilhos para 1º de setembro. A competição é aberta a trabalhos de profissionais com nível superior e de estudantes que estejam cursando os dois últimos anos da graduação.<br />
<br />
Com o tema "Transporte de passageiros sobre trilhos como instrumento estruturador na dinâmica das cidades e indutor do desenvolvimento urbano", as monografias poderão abordar mobilidade e acessibilidade; planejamento urbano e transporte; transporte, uso e ocupação do solo; operações urbanas e empreendimentos associados; consumo de energia e meio ambiente; integração entre modos de transporte; transporte de média e alta capacidade; desenvolvimento tecnológico e do conhecimento em transportes.<br />
<br />
Os trabalhos serão avaliados conforme a clareza, qualidade e contribuição da ideia central. Dentro desses quesitos, o júri levará em consideração a relevância e originalidade do trabalho, a estrutura e a qualidade do texto, as referências bibliográficas e a análise dos resultados.<br />
<br />
O primeiro colocado na competição ganhará R$ 10 mil. Já o segundo e terceiro lugares, receberão R$ 6 mil e R$ 3 mil, respectivamente. Além da premiação em dinheiro para os três primeiros colocados, as cinco melhores monografias terão direito a certificado, publicação do trabalho e participação no XXIV Congresso da Anpet (Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes), que será realizado entre 29 de novembro a 3 de dezembro, em Salvador.<br />
<br />
Mais informações podem ser obtidas no site da CBTU <a href="http://www.cbtu.gov.br/monografia/2010/extra/index.php">http://www.cbtu.gov.br/monografia/2010/extra/index.php</a>, e-mail monografia@cbtu.gov.br ou telefones (21) 2575-3174 e (21) 2575-3177.]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1112</comments>
 <pubDate>Wed, 28 Jul 2010 15:20:00 -0300</pubDate>
</item><item>
 <title>Lactec promove Café da manhã &quot;Tecnologia e Energia para o Desenvolvimento&quot;</title>
 <link>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1126</link>
<description><![CDATA[<a href="http://www.iep.org.br/media/6/20100727-cafe_lactec.jpg"></a><br />
]]></description>
 <category>Notícias</category>
<comments>http://www.iep.org.br/index.php?itemid=1126</comments>
 <pubDate>Tue, 27 Jul 2010 17:12:23 -0300</pubDate>
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